A região era habitada por índios Guanahãs, de origem Tupã e do grupo selvagem dos Caicangues de Minas. Guanhães é palavra aportuguesada.
A criação do arraial de São Miguel e Almas, se deve a José Coelho da Rocha, primeiro habitante do povoado, que em 1821, doou terras adquiridas pelo direito de posse, dando origem ao núcleo e seu patrimônio.
Sendo terra de ouro, o lugarejo teve desenvolvimento rápido, visto que no ano de 1837 já existia uma companhia inglesa - The Candonga Gold CC. Limited - com o objetivo de exploração das lavras.
Por alvará - régio do príncipe D. João VI, de 26 de janeiro de 1811, foi erguida a capela de São Miguel e Almas, sendo instituída canonicamente pela provisão de 17 de junho de 1828.
Em 1875, quando passou a município, tomou a denominação de São Miguel e Almas de Guanhães e, em 1881, a de Guanhães.
A criação do arraial de São Miguel e Almas, se deve a José Coelho da Rocha, primeiro habitante do povoado, que em 1821, doou terras adquiridas pelo direito de posse, dando origem ao núcleo e seu patrimônio.
Sendo terra de ouro, o lugarejo teve desenvolvimento rápido, visto que no ano de 1837 já existia uma companhia inglesa - The Candonga Gold CC. Limited - com o objetivo de exploração das lavras.
Por alvará - régio do príncipe D. João VI, de 26 de janeiro de 1811, foi erguida a capela de São Miguel e Almas, sendo instituída canonicamente pela provisão de 17 de junho de 1828.
Em 1875, quando passou a município, tomou a denominação de São Miguel e Almas de Guanhães e, em 1881, a de Guanhães.
