Seção de Controle de Qualidade
Esta seção é composta pelo Centro de Controle de Qualidade (C.C.Q) e destinada a efetuar o controle da qualidade da
água produzida e distribuída à população, bem como o controle do efluente da estação de tratamento de esgoto, através de análises, métodos e processos tecnológicos adequados, cumprindo a legislação específica.
![]() |
| Centro de Controle de Qualidade |
O SAAE, por intermédio do C.C.Q, coloca em prática e executa o que determina a Portaria N° 518 de 25 de março de 2004 do Ministério da Saúde. Tal portaria estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade.
Para assegurar confiabilidade ao seu produto e à saúde da população, o SAAE investiu na construção do C.C.Q, composto por laboratórios físico-químico e microbiológico, sala de envase de água, escritório, cantina e sanitário. As modernas instalações, sofisticação dos testes, equipamentos e aparelhos e o alto grau de especialização do pessoal técnico torna o C.C.Q muito avançado no que diz respeito o controle de qualidade de água para consumo humano.
O SAAE conta com um rigoroso controle de qualidade que realiza análises antes, durante e depois do processo de tratamento da água, sempre respeitando as determinações do Ministério da Saúde. As análises visam detectar qualquer tipo de anormalidade, como sabor e gosto alterados, presença de substâncias químicas indesejáveis ou microorganismos prejudiciais à saúde. Tais procedimentos são realizados por profissionais capacitados e bem treinados. Vale ressaltar que durante os últimos anos foram realizadas reformas e ampliações nos laboratórios do C.C.Q e aquisição de equipamentos de última geração, bem como investimentos em capacitação técnicas dos funcionários. Após deixar a estação de tratamento de água, o SAAE continua acompanhando a trajetória da água nas adutoras, reservatórios e redes de distribuição, até chegar aos consumidores.
Para assegurar confiabilidade ao seu produto e à saúde da população, o SAAE investiu na construção do C.C.Q, composto por laboratórios físico-químico e microbiológico, sala de envase de água, escritório, cantina e sanitário. As modernas instalações, sofisticação dos testes, equipamentos e aparelhos e o alto grau de especialização do pessoal técnico torna o C.C.Q muito avançado no que diz respeito o controle de qualidade de água para consumo humano.
O SAAE conta com um rigoroso controle de qualidade que realiza análises antes, durante e depois do processo de tratamento da água, sempre respeitando as determinações do Ministério da Saúde. As análises visam detectar qualquer tipo de anormalidade, como sabor e gosto alterados, presença de substâncias químicas indesejáveis ou microorganismos prejudiciais à saúde. Tais procedimentos são realizados por profissionais capacitados e bem treinados. Vale ressaltar que durante os últimos anos foram realizadas reformas e ampliações nos laboratórios do C.C.Q e aquisição de equipamentos de última geração, bem como investimentos em capacitação técnicas dos funcionários. Após deixar a estação de tratamento de água, o SAAE continua acompanhando a trajetória da água nas adutoras, reservatórios e redes de distribuição, até chegar aos consumidores.
Nas redes de distribuição, realiza-se semanalmente, a coleta de amostras de água em pontos estratégicos e com grandes aglomerados humanos, como pontas de rede, escolas, praças públicas, terminal rodoviário, hospital, creche, azilo, postos de saúde e outras localidades. Tais amostras são encaminhadas aos laboratórios do C.C.Q para análises físico-químicas e microbiológicas. Vale ressaltar que sempre que amostras da rede de distribuição apresentarem resultados fora dos padrões estabelecidos pela Portaria N° 518 do Ministério da Saúde são tomadas ações corretivas para o restabelecimento do padrão de qualidade, o que inclui a realização de novas análises. A vigilância da água bruta e água potável em Guanhães é feita pelo próprio SAAE nos laboratórios do C.C.Q e laboratórios externos credenciados, nos quais diversos parâmetros de potabilidade são analisados.
No final de cada mês, é elaborado em relatório que é encaminhado para a Diretoria de Ações Descentralizadas de Saúde (DADS) e para a Secretaria Municipal de Saúde, que por meio da Vigilância Sanitária, são responsáveis pelo controle de qualidade da água nosso município.
A água do SAAE – Guanhães é um produto sem carimbo, sem etiqueta, mas contém um selo invisível de qualidade, gota por gota.
Indicadores de Qualidade da Água Distribuída à População
Os resultados de todas as análises da água realizadas pelo SAAE estão disponíveis para a consulta no Setor de Tratamento e Controle de Qualidade. Conheça os resultados de 2005 das análises de cloro residual livre, turbidez, cor aparente, pH, coliformes totais, coliformes termotolerantes, bactérias heterotróficas, flúor, ferro e manganês realizadas na saída do tratamento e nas amostras coletadas junto aos hidrômetros em diversos imóveis da cidade.
Clique aqui e veja os resultados de 2008 (Adobe Acrobat - pdf)
Clique aqui e veja os resultados de 2009 (Adobe Acrobat - pdf)
Veja também os últimos resultados mensais das análises realizadas no ano de 2010.
Clique aqui e veja os resultados de 2010
O SAAE garante desta forma, o direito à informação sobre a qualidade da água tratada e distribuída. (Decreto 5.440, ano 2005).
Entenda os Parâmetros Analisados
Cloro Residual Livre (mg/L)
É a quantidade de cloro que permanece na água depois do processo de desinfecção da mesma, sendo desta forma uma garantia da desinfecção ao longo das redes de distribuição. O cloro é um agente bactericida. É adicionado durante o tratamento com o objetivo de eliminar bactérias e outros microrganismos que podem estar presentes na água. Á água distribuída ao consumidor deve conter, de acordo com a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde, uma concentração mínima de 0,2 mg/L (miligramas por litro) de cloro residual livre e máxima de 2,0 mg/L.
Turbidez (NTU)
A turbidez é a medição da resistência da água à passagem de luz. É provocada pela presença de partículas em suspensão (flutuando/dispersas) na água, o que reduz a transparência da mesma, podendo deixá-la com aspecto turvo. A turbidez é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto. De acordo com a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde o valor máximo permissível de turbidez na água distribuída é de 5,0 NTU.
Cor Aparente (uH)
A cor é uma medida que indica a presença de substâncias dissolvidas na água, ou finamente divididas (matéria orgânica ou inorgânica, como por exemplo, material vegetal, ferro, manganês). Assim como a turbidez, a cor é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto, mas a presença de cor na água não significa necessariamente uma água não potável. De acordo com a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde o valor máximo permissível de cor na água distribuída é de 15,0 U.C.
pH (Potencial Hidrogeniônico)
O pH é uma medida que estabelece a condição ácida ou básica (alcalina) de uma água. É um parâmetro de caráter operacional que deve ser acompanhado para otimizar os processos de tratamento e preservar contra corrosões ou entupimentos as tubulações do sistema de distribuição. É um parâmetro que não tem risco sanitário associado diretamente à sua medida. De acordo com a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde a faixa recomendada de pH na água distribuída é de 6,0 a 9,5.
Coliformes Totais
Grupo de bactérias que indicam a contaminação da água por bactérias provenientes da natureza, as quais podem ser encontradas no solo e nos vegetais. É uma análise utilizada como indicadora de possível contaminação microbiológica.
Coliformes Termotolerantes: grupo de bactérias que normalmente vivem no intestino dos animais de sangue quente e indicam contaminação de origem fecal (contaminação por fezes).
Flúor
O flúor é um elemento químico adicionado à água de abastecimento, durante o tratamento, devido à sua comprovada eficácia na proteção dos dentes contra a cárie. O teor de flúor na água é definido de acordo com as condições climáticas (temperatura) de cada região, em função do consumo médio diário de água por pessoa. Para o estado de Minas Gerais o teor ideal de flúor é de 0,7 mg/L (miligramas por litro) podendo variar entre 0,6 a 0,8 mg/L. A ausência temporária ou variações de flúor na água de abastecimento não tornam a água imprópria para consumo.
![]() |
![]() |
| Laboratórios de Microbiologia e Físico-químico - SAAE Guanhães |



